quarta-feira, 29 de agosto de 2012

DANCE  NO EMBALO DE :

ALTER BRIDGE - WATCH OVER YOU  FEAT . CRISTINA SCABBIA

... 

"Escute música de rock a samba;
Dance a dança de trash a blues;
Veja filmes de romance
e de tragédias livros leia,
E prove muitos sabores
adormeça seus desamores
e não esqueça de orar.

Lembre-se da dor que passou
Registre o amor que ficou
E diga sempre que tudo valeu!

Chore para despovoar o coração
Sorria para dar boa impressão
e se acostume ao medo da perda
E se arrependa da perda de um amor,
Que certo dia trouxe cores a primavera,
e Deleite a alma que espera,
por mais um dia um olhar seu !" - 
                             Autor Desconhecido
DANCE NO EMBALO DE  :



INDICAÇÃO DE LIVRO E FILME :


O DIÁRIO DE UMA PAIXÃO




"Não sou nada especial; disso estou certo. Sou um homem comum, com pensamentos comuns, e vivi uma vida comum. Não há monumentos dedicados a mim e o meu nome em breve será esquecido, mas amei outra pessoa com toda a minha alma e coração e, para mim, isso sempre bastou." Noah Calhoun


FICHA:
 Estados Unidos
2004 •  123 minutos min 
Produção
Direção Nick Cassavetes
Produção Toby Emmerich
Mark Johnson
Roteiro Livro: Nicholas Sparks
Adaptação: Jan Sardi
Roteiro: Jeremy Leven
Elenco original Ryan Gosling
Rachel McAdams
James Garner
Gena Rowlands
James Marsden
Gênero Romance / Drama
Idioma original Inglês
Lançamento 25 de junho de 2004





 SINOPSE E DETALHES :



Uma garota vai passar o verão com a família na cidade litorânea de Seabrook, na Carolina do Norte, nos anos 40. Ainda adolescente, Allie Hamilton (Rachel McAdams) conhece o jovem Noah Calhoun (Ryan Gosling), que mora na cidade. Noah sente que é amor à primeira vista. Embora Allie seja de uma família rica e ele seja um operário, os dois se apaixonam profundamente durante um verão repleto de emoção e liberdade.
Eles são separados pelas circunstâncias, mas ambos permanecem assombrados pelas lembranças um do outro. Quando Noah volta para casa após a guerra, Allie se foi para sempre de sua vida, mas não do seu coração. Anos mais tarde Allie volta para Seabrook sem que Noah saiba, onde eles se reencontam. Ocorre que agora Allie está noiva de Lon (James Marsden), um soldado abastado que conheceu quando foi voluntária num hospital.
Décadas mais tarde, um homem (James Garner) lê um caderno antigo para uma mulher (Gena Rowlands) que visita regularmente no asilo. Embora a memória dela esteja prejudicada, ela se deixa envolver pela emocionante história de Allie e Noah - e por alguns breves momentos consegue reviver uma época de paixão e turbulência - em que eles juraram que ficariam juntos para sempre.



O diário de uma Paixão, filme Wallpaper



ADAPTAÇÃO PARA O CINEMA:








MOMENTO DELÍCIA : RECEITA


 Tempo de preparo
40min
Rendimento
20 porções


INGREDIENTES


1 lata de leite condensado
1 lata de leite de vaca
4 ovos inteiros
Calda::
1 xícara de chá de açúcar, 1/3 de xícara de chá de água.








MODO DE PREPARO
Bata tudo no liquidificador
Coloque em forma untada com açúcar queimado e leve ao banho-maria por aproximadamente 40 minutos
Para a calda basta derreter o açúcar numa frigideira, quando virar caramelo coloque a água e mexa bem até ficar homogêneo




SE TE ARRANCA SORRISOS , ARRISQUE SUAS LÁGRIMAS ...

Machiel Botman
CRIE E FAÇA VOCÊ MESMO :



MOMENTO DELÍCIA : RECEITA


MACARRÃO COM ESTROGONOFE DE FRANGO RÁPIDO E FÁCIL 



 Tempo de preparo
35min
Rendimento
4 porções


INGREDIENTES

Macarrão::
1 peito de frango grande cortado em cubos
4 alhos amassados
1/2 cebola
Creme de leite
Molho de tomate
1 caldo de galinha dissolvido em 1 copo e 1/2 de água
Milho verde
Sal
Pimenta-do-reino a gosto
Salsinha


MODO DE PREPARO
Coloque o macarrão para cozinhar
Enquanto isso prepare o frango
Refogue a cebola e o alho no óleo e acrecente o frango para fritar
Depois de frito coloque a água com o caldo de galinha dissolvido
Deixe ferver e acrecente o milho, a salsinha, sal a gosto, e depois o molho de tomate
Deixe levantar fervura em fogo baixo, desligue o fogo e acrescente o creme de leite
Jogar o molho em cima do macarrão e servir

Bom dia Leitores ; a primeira postagem do dia vamos falar sobre um ato em extinção , enviar cartas !É aquelas mesmas consegue se lembrar ? de papel ,escritas a mão , que chegam pelo correio , se lembra?  Quem não gosta de receber cartas não e !?! ( eu particularmente amo ), depois de ler o texto , q tal pegar um papel e escrever aquela carta ehm , envie para amigos , falando o tanto q são importantes pra você , aquela para seu amor secreto , ou nem tão secreto assim , envie cartas anonimas  , pra familiares distantes , esqueça de e-mails ,facebook , msn por alguns instantes .Vamos lá , pegue papel , caneta  e escreva  .Tenho certeza que o destinatario  vai amar a surpresa , deixe sua marca , e não só seu endereço de e-mail . 

cartas!


VIDA E MORTE DE UM CARTA

Artur Barcelos

Já não se escrevem mais cartas!! Sim, a boa e velha carta é uma espécie em extinção. Isto leva a pensar nos motivos desta  morte anunciada. Podemos encontrar dois “vilões” nesta trama: a telefonia e a internet. Os telefones se espalham como um vírus,  fulminando as velhas cartinhas. Cada vez mais o aparelho eletrônico que agora anda agarrado nas cinturas, ou dentro das bolsas  femininas, está impedindo que as pessoas exponham seus sentimentos, idéias e opiniões, de outra forma que não seja o blá blá blá  oral. E agora, por um punhado a mais de trocados, pode-se falar a longas distâncias. Já a rede mundial de computadores, vulgo  internet, trouxe consigo o correio eletrônico, vulgo email. Com eles as pessoas até escrevem, mas de forma “virtual”, com letras  bonitas e legíveis que piscam em telas retangulares. Até as identidades estão sendo afetadas. Agora nos chamamos  fulano@qualquercoisa, e é assim que somos identificados antes que a outra pessoa possa ler nosso verdadeiro nome digitado, em  lugar de uma assinatura. Na esteira deste crime mundial, até mesmo os cartões postais estão sendo atingidos. Agora, com aquelas  flechas na tela podemos enviar lindas imagens, com frases prontas, para expressar nossa felicidade de haver estado em um lugar. E  isto as vezes sem sair de casa.
Mas e as cartas? O que há com elas? Quem irá contar sua triste história no futuro? E isto leva a uma pergunta banal. Para nós.  Não para as Cartas. Onde começa a vida de uma carta? Que trajetórias percorre? Pode-se dizer que a carta começa a nascer ainda  no tronco de uma árvore qualquer. Dali sai o papel que será ao mesmo tempo base e objeto da carta. Então cria-se a situação  apropriada para que este papel seja preenchido com uma mensagem. Pode ser uma viagem, uma mudança de cidade, uma paixão,  uma separação, um aviso de emprego, uma demissão, enfim, motivos sobram. O fato é que a carta escrita a mão extrapola seu  próprio conteúdo. Fiquemos aqui apenas com aquelas mais tradicionais, enviadas de uma pessoa a outra.
Ela inicia com o desejo, a saudade, a necessidade de enviar uma notícia. Como veremos, este conteúdo determinará o destino  final desta carta. Então o autor apanha a folha em branco. Com sua própria letra, linda como as das meninas do primário, ou  garranchos como os dos meninos, não importa. O que importa é o fato de que a calegrafia é um pouco do sujeito que  escreve. Alguns escrevem cartas curtas, outros, mais prolixos, ou muito apaixonados, escrevem longos tratados. Em alguns casos,  as cartas se fazem acompanhar de pequenos desenhos, uma gota de perfume, notas de dinheiro ou cachos de cabelos, dependendo  do fim à que se destinam. O próximo passo é a escolha do envelope. Este cumpre o nobre papel de ser fiel depositário de nossas  palavras. Lembram daqueles envelopes pequenos, com uma banda verde e amarela nas extremidades e uma quadradinho escrito  “par avion”? Com o tempo foram substituídos por simples envelopes brancos, apenas preenchidos a mão, sem firulas. Pois bem.  Aqui começa a trajetória da carta. O autor sai de sua casa. Caminha até uma papelaria. Compra o envelope e deposita em seu  interior o papel dobrado. Havia um prazer especial em lamber a parte de envelope que servia de “lacre” inviolável de nossos  segredos. O próximo passo é a busca por um selo. Até algum tempo atrás, não era preciso ir muito longe. Qualquer armazén,  tabacaria ou banca de revistas dispunha de uma coleção inteira. Podia-se até escolher um selo com uma imagem especial, as vezes  até mais apropriada para a mensagem. Hoje, em muitos casos, apenas as lojas dos correios oferecem tal leque de opções. Mesmo  assim, a busca pelo selo obriga o autor a dar uma caminhada. Nem que seja pelo seu bairro. Isto, além de saudável, permite a  casualidade de topar com um vizinho, falar sobre o tempo, perguntar sobre os filhos ou sobre aquela doença da vovó do amigo. Não  se surpreenda se ele estranhar quando você disser: “Estou indo comprar um selo para uma carta”.
[...] Ao depositar a carta na caixa, éramos tomados de uma expectativa crescente. Será  que irá demorar muito para chegar lá? Neste instante nem imaginávamos o percurso que nosso carta iria fazer. Em alguns casos, as cartas fazem longos trajetos. Chegam mesmo a viajar de avião ou navio. Coisa que muitas vezes,  nem o autor ou o destinatário fizeram.[...]
Aqui chegamos ao clímax da vida de uma carta. O mágico momento, tão esperado tanto por quem envia, como por quem recebe.  O momento da abertura e leitura da mesma. Vamos supor que aquele que recebeu a carta, ao identificar o remetente, e constatar  que trata-se de um desafeto, imediatamente a joga no lixo. Não terá idéia de que está matando não apenas a possibilidade de ler  um sincero pedido de desculpas, mas também a própria carta, que privada de ser lida, perde todo o sentido de sua existência. Por  sorte, acredito, ainda serão poucos aqueles capazes de tal ato. Nem que seja por mórbida curiosidade, mas sempre abrimos as  cartas.
Pensemos agora no último ato da existência de uma carta. Isto dependerá de seu conteúdo. Vejamos alguns exemplos. Uma  carta de um filho que está distante, para sua mãe, será lida com entusiasmo. E entre lágrimas e sorrisos, ela a guardará na gaveta  de seu criado mudo. Uma carta cuja mensagem indica o fim de um relacionamento, será amassada, rasgada e, em alguns casos,  até queimada. Apenas alguns mais masoquistas a guardarão para relê-la quando a saudade apertar. Já uma linda carta de amor,  cada vez mais rara, será lida, relida, relida, relida, infinitas vezes. Talvez nenhum outro tipo de carta seja tão completo quanto este.  Pois mesmo seu destino final sempre será nobre. Ficam guardadas em caixas especiais, entre as roupas, dentro de livros, mas  sempre a mão, para que o destinatário possa ter acesso, sempre que quiser relembrar para si mesmo, o quanto é ou foi amado.  Enfim, enquanto existirem as cartas de amor, e elas continuarem sendo guardadas com o mesmo carinho que foram escritas,  haverá esperança para as cartas em geral.
Apenas um comentário a mais: outro dia um carteiro confessou-me que, hoje em dia, 60 % das cartas são propagandas e  panfletos; uns 35 % correspondem à cobranças; e apenas 05% são cartas propriamente ditas. Estes dados confirmam o que venho  dizendo. As cartas estão morrendo!!! Então guarde este mensagem, apanhe um papel qualquer e escreva agora mesmo, de seu  próprio punho, uma carta para alguém que você quer muito; ou para pedir desculpas; ou para contar uma novidade, ou apenas para  dizer um olá, não importa, apenas dê vida a mais uma carta. Do jeito que as coisas vão, a sua pode ser a última. Mas na melhor das  hipóteses, o destinatário vai lhe responder. E Então as cartas sairão da lista de extinção. 


texto tirado do site:
http://www.nao-til.com.br/nao-77/cartas.htm